"26 Pedras pro meu coração"
Sempre penso que sou o pior,
Mesmo quando tento ser o meu melhor,
Não consigo superar o nó,
Pensando em fugir da vida,
Dominó com 26 pedras,
Esquina com 26 pedras,
E eu com pedras na mão pro meu coração.
"Presa"
Caçando motivo para sorrir,
Matei a felicidade,
Vangloriei seu cadáver,
Que já não mais sorria,
Em três dias o cheiro de podre era insuportável,
E eu sai a caça de outro motivo para sorrir.
"Latifúndio"
Sempre pensei que ficar sozinho era bom,
Nunca comprovei, sempre me reprovei,
Cercado ou isolado, não muda o tom,
Talvez eu siga isolando meus cercados,
Levando cada vez as pessoa para mais longe,
Até me sentir confortável na distancia do horizonte.
"Pista sem fim"
Acelerei meus sentimentos,
Que surgiram desenfreados,
Talvez eu capote e morra,
Talvez o amor vire eu viva,
Neurose só é a saída falsa,
Não basta amar, não basta sofrer,
Nada basta para os abastados de sentimentos,
Discórdia do amor,
Congruência da dor,
Meu medo de perder,
Meu medo de ter,
E minha coragem de continuar acelerando.
"Amor e ódio"
Para o mundo solto minhas palavras,
Ao mundo que nunca irá lê-las,
Por isso solto essas palavras,
Pois queria esconde-las mas não sou mudo,
No máximo um imundo que não muda,
Assinando a calma da alma de quem se aproxima,
Talvez seja mais perigoso que o ódio,
Seja amar quem se chama de ódio,
E eu que não me amo não posso responder.
domingo, 3 de novembro de 2019
domingo, 29 de setembro de 2019
Focando em mim
"Saudade da tristeza"
Novamente me vejo sozinho,
Já não sei qual a diferença da presença,
No meu próprio mundo separado,
Antes de ir prefiro meu ninho,
Tentei por mil vezes mudar tudo,
Mas hoje já aceito minha sentença,
Perdido em momentos viscerais e sentimentos irreais,
Não sei o que levar a serio e deixar de lado,
Procurar e achar sem perceber,
Surdo para as palavras laterais,
Encaro realidade e me vejo cheio de cores mudando,
Inundando num dado momento de tudo que sinto,
Esvaziando me sentindo num ciclo.
"Olhos como lábios"
Te via tão de longe,
Cabelo ondulado e poncho,
Paguei tão caro por sonhar,
Calma demais num mundo torto,
Apóstata da tortura,
Que devora corações com calda doce,
E com lábios doces,
Com olhos de mel,
Que sinalizam a loucura,
Cheiro de ervas,
Sequestrado pelo seu charme,
Enquanto fuma erva,
Rouba meu coração,
De camisa azul anil,
Depois sem nada,
Nunca senti tanto frio no Brasil.
"Amor ?"
Procuro sempre as melhores palavras pra dizer que te amo,
Encontro nada para me basear no que falar,
Talvez seja um sonho te ter como amor,
Vou esquecer de lembrar de ti,
Eu já sei de cor como se faz uma dor de saudade,
A sobremesa perfeita da impulsividade.
"Universo paralelo aqui"
Escrevo sobre pedras que não exitem,
Em caminhos mais que impossíveis,
Sobre homens que sofrem e choram,
Mulheres que são só mulheres e são tudo,
Liberdade de ideais sociais,
Vidas de ceifadores,
Carrascos clemente,
Amores eternos e ternos cinzas,
Águas do mar vermelho,
Devo admitir que não sou bom nisso,
Mas é minha vontade mais pura,
Com nenhum sentido fictício,
Como um igual não existo,
Que não perceber o mal e foge da lógica,
Que é lógico que também não funciona.
Novamente me vejo sozinho,
Já não sei qual a diferença da presença,
No meu próprio mundo separado,
Antes de ir prefiro meu ninho,
Tentei por mil vezes mudar tudo,
Mas hoje já aceito minha sentença,
Perdido em momentos viscerais e sentimentos irreais,
Não sei o que levar a serio e deixar de lado,
Procurar e achar sem perceber,
Surdo para as palavras laterais,
Encaro realidade e me vejo cheio de cores mudando,
Inundando num dado momento de tudo que sinto,
Esvaziando me sentindo num ciclo.
"Olhos como lábios"
Te via tão de longe,
Cabelo ondulado e poncho,
Paguei tão caro por sonhar,
Calma demais num mundo torto,
Apóstata da tortura,
Que devora corações com calda doce,
E com lábios doces,
Com olhos de mel,
Que sinalizam a loucura,
Cheiro de ervas,
Sequestrado pelo seu charme,
Enquanto fuma erva,
Rouba meu coração,
De camisa azul anil,
Depois sem nada,
Nunca senti tanto frio no Brasil.
"Amor ?"
Procuro sempre as melhores palavras pra dizer que te amo,
Encontro nada para me basear no que falar,
Talvez seja um sonho te ter como amor,
Vou esquecer de lembrar de ti,
Eu já sei de cor como se faz uma dor de saudade,
A sobremesa perfeita da impulsividade.
"Universo paralelo aqui"
Escrevo sobre pedras que não exitem,
Em caminhos mais que impossíveis,
Sobre homens que sofrem e choram,
Mulheres que são só mulheres e são tudo,
Liberdade de ideais sociais,
Vidas de ceifadores,
Carrascos clemente,
Amores eternos e ternos cinzas,
Águas do mar vermelho,
Devo admitir que não sou bom nisso,
Mas é minha vontade mais pura,
Com nenhum sentido fictício,
Como um igual não existo,
Que não perceber o mal e foge da lógica,
Que é lógico que também não funciona.
sábado, 20 de julho de 2019
Preciso ser forte em momentos de fraqueza
"Rotina amorosa"
Infelizmente pensei em viver,
Sorrindo, pensei em falar com você,
Sobre tudo que queria ter,
Perguntando muito a você,
Se tem algo que não quer perder,
Me falou sobre família e amor,
Me falou sobre como foge da dor,
Sem perceber te machuquei,
E dentro de mim procurei amor,
Lembrei da sua flor, no peito, estreito,
O próprio amor, no meu 616, apenas ardor,
Infelizmente pensei em viver.
Chorando, de novo, não falo mais com você.
"Não acredito em palavras"
Tanto que já me falaram sobre amor,
Sobre como ele supera a dor,
Mas eu sinto que não suporto superar,
Me agarro a dores e esqueço amores,
Tento o possível para viver no limite,
Praticamente impossível,
Sem palavras bonitas,
Sem parabéns e obrigado,
Nenhuma alma do lado,
E num final de semana entediante,
Drogas sempre me atendem,
E finalmente sinto que algo me entende,
Só para esquecer a realidade,
Fingindo um mundo onde tenho qualidades,
Para finalmente viver, tentando paz.
"Senhor do tempo que se perde nas próprias águas"
Sábado chuvoso que domina a alma,
Cria um ritmo próprio pro mundo,
Maestro da rotina, o tempo inconstante,
Mestre dos imprevistos,
Pensamentos inconstantes,
Hiperatividade em lugares diferentes,
Ansiedade não me permite acalmar,
Medo do meu próprio mundo me afogar,
Em neuroses e paranoiás que não posso controlar,
Mesmo assim faço de cada um diamante,
Guardo como preciosos meus momentos,
Que me ensinem a viver comigo,
Que me deem forças para viver sozinho,
Que algum dia eu posso descansar sozinho,
E não precise chorar por isso.
Infelizmente pensei em viver,
Sorrindo, pensei em falar com você,
Sobre tudo que queria ter,
Perguntando muito a você,
Se tem algo que não quer perder,
Me falou sobre família e amor,
Me falou sobre como foge da dor,
Sem perceber te machuquei,
E dentro de mim procurei amor,
Lembrei da sua flor, no peito, estreito,
O próprio amor, no meu 616, apenas ardor,
Infelizmente pensei em viver.
Chorando, de novo, não falo mais com você.
"Não acredito em palavras"
Tanto que já me falaram sobre amor,
Sobre como ele supera a dor,
Mas eu sinto que não suporto superar,
Me agarro a dores e esqueço amores,
Tento o possível para viver no limite,
Praticamente impossível,
Sem palavras bonitas,
Sem parabéns e obrigado,
Nenhuma alma do lado,
E num final de semana entediante,
Drogas sempre me atendem,
E finalmente sinto que algo me entende,
Só para esquecer a realidade,
Fingindo um mundo onde tenho qualidades,
Para finalmente viver, tentando paz.
"Senhor do tempo que se perde nas próprias águas"
Sábado chuvoso que domina a alma,
Cria um ritmo próprio pro mundo,
Maestro da rotina, o tempo inconstante,
Mestre dos imprevistos,
Pensamentos inconstantes,
Hiperatividade em lugares diferentes,
Ansiedade não me permite acalmar,
Medo do meu próprio mundo me afogar,
Em neuroses e paranoiás que não posso controlar,
Mesmo assim faço de cada um diamante,
Guardo como preciosos meus momentos,
Que me ensinem a viver comigo,
Que me deem forças para viver sozinho,
Que algum dia eu posso descansar sozinho,
E não precise chorar por isso.
quarta-feira, 6 de março de 2019
Ainda consigo amar.
"Maduro"
Tempo mau que me ensina,
Será que mataste o meu verdadeiro eu?
Serei eterno no juízo final,
Quero ter fome de viver,
Já não sei quanto mais de mim é normal,
Bebo da dose do fim,
Longe de um mundo mau,
Até não haver mais nada em mim,
Meu sol vai reaparecer para você,
E meu coração vai entender tudo,
Só assim não precisarei mais ser mudo.
"Amor de quem?"
Quando acordei lembrei da padaria,
Mas não fui comprar pão porquê sorria,
Saciado com amor,
Nada mais preciso para viver,
Quem me dera amor, pode lhe ver,
Sorrir desde ao acordar ao entardecer,
E que minhas palavras lhe alcancem,
Pois já lhe vi muito longe do meu alcance,
Quem mandou eu pedir,
Não quero me machucar,
Por isso prometo dessa ver me cuidar,
Novamente sozinho poderei sorrir,
E enfim lhe amar.
Tempo mau que me ensina,
Será que mataste o meu verdadeiro eu?
Serei eterno no juízo final,
Quero ter fome de viver,
Já não sei quanto mais de mim é normal,
Bebo da dose do fim,
Longe de um mundo mau,
Até não haver mais nada em mim,
Meu sol vai reaparecer para você,
E meu coração vai entender tudo,
Só assim não precisarei mais ser mudo.
"Amor de quem?"
Quando acordei lembrei da padaria,
Mas não fui comprar pão porquê sorria,
Saciado com amor,
Nada mais preciso para viver,
Quem me dera amor, pode lhe ver,
Sorrir desde ao acordar ao entardecer,
E que minhas palavras lhe alcancem,
Pois já lhe vi muito longe do meu alcance,
Quem mandou eu pedir,
Não quero me machucar,
Por isso prometo dessa ver me cuidar,
Novamente sozinho poderei sorrir,
E enfim lhe amar.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Sexta-feira é uma boa noite para pensar.
"Meu próprio demônio"
Calor nas costas me avisa uma presença,
Medo de olhar ao redor me consome,
Olhar me medonho que talvez me consuma,
De suma importância esse sentimento ruim,
Assim posso entender que o mundo está além,
Bato meu crânio nos móveis tentando esquecer,
Abro um corte na testa que sentirei vergonha amanhã,
Sempre que faço isso não posso mais esconder,
Que sou uma péssima pessoa, apenas para mim,
Nunca terei propriamente cuidado.
"Minha alma gêmea"
Juntos lembramos do que passamos juntos,
As dores, as flores, os amores, os horrores,
Toda minha vida sempre foi ao seu lado,
Queria me lembrar de estar em paz além de você,
Sinto que morreria sozinho,
Por isso nunca consigo te dizer adeus,
Nunca irei embora, nunca te deixarei ir embora,
Fonte da minha inspiração,
Fonte dos meus surtos,
Sentimentos mudam demais em você,
Prefiro manter o controle de nós,
Pois sempre você surge pedindo uma parte de mim,
Levando-a ri, pois sabe que não posso negar,
Choro sempre que penso em você pois dividimos o mesmo lar,
Mesmo sendo almas diferentes,
O corpo igual nos uniu,
Realmente peço desculpas por te obrigar a continuar,
Existir doí, e eu sempre te obriguei a isso,
Sustentando minhas dores por mim,
Guardou tudo para você,
Eu agradeço a meu "eu oculto",
Queria você ao meu lado literalmente,
Para sorrir na sua frente,
Agradecer pelas fugas e o convidar para vir comigo na próxima,
Criemos um novo "eu",
O fruto de nós dois, filho de personalidades,
Um ego entendido e controlador,
Pois somente ele (talvez) possa aguentar toda dor.
"Perguntas inúteis"
Sangue ou suor no meu rosto?
Não tenho interesse em saber,
Pois meu coração dói demais,
Me puxa para baixo,
E me mexo junto as notas do baixo,
A vida é realmente isto?
Passageira, com dores, sentimentos e insuficiência?
Talvez seja por isso que eu acredito na ciência,
Nenhum Deus seria tão ruim ao ponto de me por aqui,
Quem diz que me ama e me faz querer autodestruir ?
Não vejo sentido em descobrir as resposta,
Pois minha visão periférica é mais interessante,
Vultos de mim mesmo de ambos os lados,
Realmente eu sou a solução e o problema,
Tenho a chave do que me algema,
Algoz e presa, réu e quem condena, lama e chuva.
Calor nas costas me avisa uma presença,
Medo de olhar ao redor me consome,
Olhar me medonho que talvez me consuma,
De suma importância esse sentimento ruim,
Assim posso entender que o mundo está além,
Bato meu crânio nos móveis tentando esquecer,
Abro um corte na testa que sentirei vergonha amanhã,
Sempre que faço isso não posso mais esconder,
Que sou uma péssima pessoa, apenas para mim,
Nunca terei propriamente cuidado.
"Minha alma gêmea"
Juntos lembramos do que passamos juntos,
As dores, as flores, os amores, os horrores,
Toda minha vida sempre foi ao seu lado,
Queria me lembrar de estar em paz além de você,
Sinto que morreria sozinho,
Por isso nunca consigo te dizer adeus,
Nunca irei embora, nunca te deixarei ir embora,
Fonte da minha inspiração,
Fonte dos meus surtos,
Sentimentos mudam demais em você,
Prefiro manter o controle de nós,
Pois sempre você surge pedindo uma parte de mim,
Levando-a ri, pois sabe que não posso negar,
Choro sempre que penso em você pois dividimos o mesmo lar,
Mesmo sendo almas diferentes,
O corpo igual nos uniu,
Realmente peço desculpas por te obrigar a continuar,
Existir doí, e eu sempre te obriguei a isso,
Sustentando minhas dores por mim,
Guardou tudo para você,
Eu agradeço a meu "eu oculto",
Queria você ao meu lado literalmente,
Para sorrir na sua frente,
Agradecer pelas fugas e o convidar para vir comigo na próxima,
Criemos um novo "eu",
O fruto de nós dois, filho de personalidades,
Um ego entendido e controlador,
Pois somente ele (talvez) possa aguentar toda dor.
"Perguntas inúteis"
Sangue ou suor no meu rosto?
Não tenho interesse em saber,
Pois meu coração dói demais,
Me puxa para baixo,
E me mexo junto as notas do baixo,
A vida é realmente isto?
Passageira, com dores, sentimentos e insuficiência?
Talvez seja por isso que eu acredito na ciência,
Nenhum Deus seria tão ruim ao ponto de me por aqui,
Quem diz que me ama e me faz querer autodestruir ?
Não vejo sentido em descobrir as resposta,
Pois minha visão periférica é mais interessante,
Vultos de mim mesmo de ambos os lados,
Realmente eu sou a solução e o problema,
Tenho a chave do que me algema,
Algoz e presa, réu e quem condena, lama e chuva.
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