Rubros de raiva rugem pra mim,
Leões que não mordem querendo meu fim,
Penso o quanto a lógica deles não me agrada,
Seguindo a lógica deles só vejo como tudo se degrada,
E a cada degrau que desço mais longe fico da luz no fim do túnel,
Porque essa é a escada para o fundo do poço seu moço,
De nada adianta me falar mentira,
De nada adianta me ameaçar com sua ira,
Irá eu mudar por isso?
Não sei de muita coisa, mas não gosto disso,
Amanhã às 3:33 perguntarei aos espíritos dos pensamentos,
De que eu tenho fome, por que estou sedento?
Irônico, da liberdade mais um detento,
Detido, parado, no mato encontrado, abusado, do mundo o pobre, o ser sem ser falado,
Respiro poesia pra tentar ter um pouco de vida no meu dia,
Mas valia, mil reais na mão ou mil sorrisos num dia?
A resposta certa é fácil, mas sempre que perguntei, hesitavam, parecia que ninguém sabia,
Mas eu sabia, o próprio ninguém,
Que do mundo igual você é mais um refém, que não se detém, e odeia o desdém dos que tem muito dinheiro e ainda assim nada têm,
As solas dos meus sapatos são gastas por trilhar em qualquer lugar,
Por amar quem se merece amar, por chorar como se deve chorar, por se desgastar dentro e fora do lar, mas ainda respiro,
Pauso, penso e paro, eu, o quase mudo, ainda tenho muito a falar,
Quasimoto nos fones, e quase morto na rua,
Quem não toma cuidado acaba caindo em alguma falcatrua,
Porque acredito no mundo e sei que ele é mau,
Pois eu também sou, mas respiro vida, poesia,
A minha felicidade imortal, o que é a vida no meu dia-a-dia.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
domingo, 29 de outubro de 2017
Subzero da alma/lama.
Lixo anormal me sinto mais do que mal,
Próprio animal sem sentido moral,
Ajo como se o mal do mundo fosse normal,
Mas espero que um dia me livre de tudo que é mau,
Sentido ressentido, em conflito me encontro contigo meu amigo,
Intranquilo, não cometa os mesmos erros ao criar os seus filhos,
Pobre anormal fingindo que tudo é normal,
Irreal, mas não valho um real, sem final no final,
Só o que importa é a sua quantia em real,
Jogado no fundo do mundo peço que me escutem,
Vou flutuando enquanto tremo me tremo,
E temo o mundo pequeno que me joga de encontro com antigas fossas,
Forço minha imaginação para encontrar paz no mundo perdido,
Quase mundo cão, mas é apenas o mundo invertido,
Me aproveito das artes das paredes, mundo de pixação,
Ex-cego por cristais irreais, que aprendi desde cedo com meus pais,
Mas no fundo nunca acreditei em satanás,
Tento seguir sempre em frente pois tudo é avanço pra minha mente,
Melhor do que andar pra trás,
Medo do absoluto, zero absoluto,
Nessa vida tudo tem tributo de tudo, de alma, de karma, de arma,
Foi uma armação, mais um filho pródigo num mundo sem ação,
Subzero só no video game,
Na vida game há quem teme, tem quem treme, e há quem geme,
Prefiro ser o que germina, nesse momento tudo que acredito já uma mina,
Prestes a explodir, prestes a sumir,
Mas pra isso eu presto, então não me prostos ao ínutil,
Explosão na minha cara não para, nem a bala, nem a vala,
Porque valho mais do que isso sem saber o real valor do amor,
Impossível de se medir como uma dor,
Literatura dura, polícia mete a dura,
Não faço nada com medo do ferro na cintura,
Quem apura se esses fardados não são lixos guardado?
Não sei, mas não posso mais resistir calado,
Peço sua ajuda, seja meu aliado,
O mundo já é forte demais e ele não está do nosso lado.
Próprio animal sem sentido moral,
Ajo como se o mal do mundo fosse normal,
Mas espero que um dia me livre de tudo que é mau,
Sentido ressentido, em conflito me encontro contigo meu amigo,
Intranquilo, não cometa os mesmos erros ao criar os seus filhos,
Pobre anormal fingindo que tudo é normal,
Irreal, mas não valho um real, sem final no final,
Só o que importa é a sua quantia em real,
Jogado no fundo do mundo peço que me escutem,
Vou flutuando enquanto tremo me tremo,
E temo o mundo pequeno que me joga de encontro com antigas fossas,
Forço minha imaginação para encontrar paz no mundo perdido,
Quase mundo cão, mas é apenas o mundo invertido,
Me aproveito das artes das paredes, mundo de pixação,
Ex-cego por cristais irreais, que aprendi desde cedo com meus pais,
Mas no fundo nunca acreditei em satanás,
Tento seguir sempre em frente pois tudo é avanço pra minha mente,
Melhor do que andar pra trás,
Medo do absoluto, zero absoluto,
Nessa vida tudo tem tributo de tudo, de alma, de karma, de arma,
Foi uma armação, mais um filho pródigo num mundo sem ação,
Subzero só no video game,
Na vida game há quem teme, tem quem treme, e há quem geme,
Prefiro ser o que germina, nesse momento tudo que acredito já uma mina,
Prestes a explodir, prestes a sumir,
Mas pra isso eu presto, então não me prostos ao ínutil,
Explosão na minha cara não para, nem a bala, nem a vala,
Porque valho mais do que isso sem saber o real valor do amor,
Impossível de se medir como uma dor,
Literatura dura, polícia mete a dura,
Não faço nada com medo do ferro na cintura,
Quem apura se esses fardados não são lixos guardado?
Não sei, mas não posso mais resistir calado,
Peço sua ajuda, seja meu aliado,
O mundo já é forte demais e ele não está do nosso lado.
sábado, 21 de outubro de 2017
Finjo que não sinto.
Finjo que penso e finjo que não sinto, mas as vezes eu penso sobre porquê tenho de fingir que não sinto. Se em meu coração as coisas se sentem claras e suaves por quê eu tenho de escurece-las? O mundo me oprime de modo que eu me considero errado enquanto acredito que meus sentimentos são demasiados existentes e talvez até desnecessários de serem existentes. Mas eu só finjo que penso, então será essa reflexão um modo do mundo me fazer pensar sobre tudo que emana das minhas ações? Reflexivamente novamente inconclusivo, pelo menos isso é bom, enquanto me manter as possibilidades considero possível coexistir com essa realidade.
Quando as vezes sinto demais algo e considero uma coisa errada por exigir em minha mente que os outros entendam que eu realmente sinto muito, que eu não consigo ser desapegado do que fica 24x48 em mim. Não consigo imaginar que é normal as pessoas agirem diferentes de mim sem considerar minha visão ou qualquer outra além da dela. Obviamente cobranças ou intimações são apenas outras formas de opressões. E eu uso essa palavra "Opressão" porque quando considero divisão de sentimentos as pessoas tentam convencer as outras do seu ponto de vista mas muitas vezes não com argumentos que fariam sentido, mas sim de um modo onde se tenta repassar a dor com palavras, mas é difícil fazer isso. Principalmente quando você lembra que as pessoas são totalmente diferentes de você e sua realidade e suas considerações podem de fato não tocar a pessoa de uma maneira que teria efeito em você. Mas dessa parte eu agradeço, agradeço por sentir muito e não conseguir ser indiferente, se o homem não é nada além de uma consciência do que adiantaria sentir menos? Não entendo como o mundo impôs isso junto com eu mesmo e todos os outros aceitando sem dizer sim.
Eu lido com isso de um modo estranho, eu já tive muitas experiências ruins por achar que seria normal a existência de sentimentos que surgem de imediato e eu realmente acredito quando uma pessoa fala sobre suas experiências nessas situações. Acabo que por suprimir completamente de um modo que até chego a me odiar por não controlar nada que se passa em minha mente, é como se fosse uma cena de tortura, onde vão cortando pequenas partes da minha pele e ao longo dos meses ela se recupera, apenas pra ser mutilada novamente, enquanto outra parte do mesmo corpo é danificada. Mas também tenho pessoas e momentos em que me sinto livre para interagir e falar sobre sentimentos.
E se não ficou claro, não estou falando apenas de sentimentos amorosos, falo de raiva, de arrependimento, de culpa, de tristeza, e até da indiferença, acredito que a indiferença também seja uma forma de sentir, onde se tenta sentir ela mas de maneira tão insignificante que ela fica na sua mente apenas por você não considerar importante. Contraditório porém não existem paradoxos nos sentimentos, podemos sentir tudo e ao mesmo tempo sentir nada, então finjo que penso e tento não fingir que não sinto.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
In work/In dawn.
Karma
Inexequível quase impossível,
Ontem senti meu peso sendo desfeito em minhas costas,
Quase que o mundo inteiro de propostas,
Sentido inerente pra quem nunca fez apostas,
Unicamente solene sempre com atenção,
Será mesmo que o valor do mundo é a total gratidão?
Grato por sentir-se útil num mundo inútil,
Só mais uma coisa fútil,
Frívolo num mundo anormal,
Mais homem ou animal?
O que é o homem além de animal?
Machine
Mais homem que máquina, totalmente automático,
Ainda menino com rosto de homem máquina,
Caído num mundo intranquilo semiautomático,
Homem que não sabe ser humano quase uma máquina biológica,
Indo de encontro com mundo, sempre pelo caminho da lógica,
Nenhum ser pode se comparar a ele em ser, ser,
Estando agora em paz, busca paz.
Capitu²
Você faz minha alma respirar,
Quando sorrir se quiser pode até fazer o mundo parar,
Mais bela do que o possível imaginar,
Beleza do tipo que não se resume ao olhos,
Quando estou em seus braços me sinto em meu lar,
Finalmente um amor recíproco em meio a ilusões,
Com seu rosto em formato perfeito,
Bochechas do tamanho ideal pra apertar,
Só pra combinar com sua bunda que é o melhor lugar,
Um olho que me rasga o peito me forçando a respirar,
E os labios mais deliciosos que já pude amar,
Oh, Capitu, poderia tu me desculpar?
(-Pelo que?)
Por te amar,
Por rimar sem pensar,
Até um ponto onde já não é mais possível parar,
E de novo só de pensar,
Você, já me faz viajar,
Viajar pra longe, sonhar,
Com um futuro onde tu vai saber que pra sempre alguém vai te amar,
Minha maior inspiração,
Que faz meus olhos chorarem,
Mesmo sabendo que é só marketing, digo, te dou meu coração,
E o mais importante,
Que faz meus dedos falarem.
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