domingo, 23 de dezembro de 2018

Obrigado, de verdade.

"Sentir alguém"
Bastou ser você,
Eu sem saber o que falar,
Acordei e não pude não falar,
Tinha que te conhecer,
Rir do seu sorriso,
Isso inspirou a escrever,
Zarastruta quando profetizou,
Suou pensando em sua imagem,
O que fez foi rabiscar mensagens,
Um mundo fadado e procurar suas imagens,
Zarsatruta do seculo XXI,
A alma fadada a não ser ninguém,
Dionízio está feliz,
E meu figádo triste, 
O mundo precisar se inudar de você,
Li num livro e vi na TV,
Importantes coisas reais,
Verdadeiramente reais e serias,
Eu mesmo assim não paro de ver as imagens,
Isso me lembra tudo que não é mal,
Receio com o medo que tudo seja consumido,
Amanhã espero reesentir isso.

"Visões que não quero"
Cego de visões reais,
Um mundo fadado a ser cheio de vilões,
Minhas mãos remendadas com dores,
Braços estilhaçados por amores que não pude erguer,
Meus olhos cansados e tudo isso rever,
Não aguentaria outra falha minha,
Passando no pássado,
Me encontro sentado ao meu lado,
Falando sobre sucessos,
Conversa rápida e simples,
Dirigindo na cidade minha mente paira,
Parando no tempo,
No dia que fechei os olhos e senti o mundo,
Sendo apenas uma flor na minha frente,
E chorando relembro novamente,
Meu corpo destruído,
Pela minha mente,
Enganado e distorcido,
Pela minha mente,
Sendo enganado continuo vivo,
Pela minha mente.

"Qual deles?"
Medo da madrugada por trazerem o pior de mim,
Fugi em meio as ruas por ter medo do meu eu ruim,
Dividido dei ouvidos,
Abri o portal e o mapa, 
Transformei todos os "eu's" em envolvidos,
Me lembro apenas de acordar com uma garrafa quebrada na cama,
Tendo esquecido de quem me ama,
Levanto e me preparo para outro dia real,
Onde novamente peço liberdade de todo esse mal,
Tendo medo de mim mesmo por saber que sou naturalmente mau.

"Assassinato de tempo"
Escrevo meus pensamentos pois são tantos,
Quem dera parar de pensar e poder apreciar,
Sorte que não tenho,
Sinto as patadas dentro do meu crânio,
Sacudo aos lados uma fuga,
E as fotos se misturam com as folhas,
Pisco pra entender essa realidade,
E tudo apaga,
Sem fazer sentido,
Sensitivo pra fenômenos pessoais,
Uma habilidade pra quem não teve pais,
E nunca pode viver sozinho em paz,
Hoje já não é mais capaz,
De amar todos,
Até de quem não lhe deixa para trás.

"Self-hurt"
Funeral interno me sinto de terno,
Estranho em mim mesmo pois uso roupas largas,
Pílulas são apenas para minha pupilas,
Porque os pensamentos sempre voltam,
A dor visita todos que querem paz,
De'javu de tudo de errado,
De todos os momentos que repudio,
Eu me machuco para ficar mais forte,
E prometo pra mim mesmo que tudo vai ficar bem se eu continuar sozinho.

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